O CEO no Moulin Rouge
O vermelho era o tom dominante.
Nas luzes que cortavam o ar como lâminas, no veludo pesado das cortinas, no batom das dançarinas, no reflexo distorcido da bebida no copo de cristal.
Moulin Rouge.
Nada naquele lugar era sutil — nem as batidas da música, nem os olhares, muito menos os segredos que se espalhavam pelo ar como perfume.
Era como entrar em um universo onde a realidade era suspensa,
onde as regras não se aplicavam e os sentimentos, por uma noite, tinham permissão