A noite avançava, e o silêncio que pairava na casa de Emma e Alexandre era apenas aparente. Nos corredores, nas entrelinhas dos olhares, nas palavras medidas, havia tensão acumulada, ressentimentos antigos e dúvidas não ditas.
Emma colocou Miguel no berço com cuidado, tentando acalmar o coração. O choro leve do bebê havia cessado, e sua respiração ritmada era a única paz que ela sentia naquela noite. Fechou a porta do quarto devagar e seguiu até a sala.
Lá, a sogra e a irmã de Alexandre ainda e