Emma olhava pela janela do quarto, com Miguel adormecido em seus braços. O sol da manhã entrava tímido, banhando o berço com uma luz suave e morna. Ela sentia o coração leve, mas também inquieto. Nos últimos dias, ela e Alexandre haviam se aproximado ainda mais, e as palavras trocadas na noite anterior ecoavam em sua mente.
“Você é meu lar, Emma.”
Era a primeira vez que Alexandre havia expressado tão diretamente o que sentia por ela desde o nascimento de Miguel. Emma sabia que ele sempre estive