Os meses após a ilha de paraty se assentaram em uma rotina deliciosa, quase viciante. Elisa e Gael descobriram que, longe das crises, o dia a dia deles era feito de pequenas coisas que os faziam se sentir vivos: olhares cúmplices no escritório, mensagens provocantes durante o dia, noites em que o mundo lá fora simplesmente desaparecia.
Segunda-feira – Escritório, 8h15
Elisa chegou primeiro, como sempre. Passou na cafeteria do prédio e pegou dois cafés: um preto forte para ela, um com leite e um