A busca por Sofia Oliveira começou discretamente, como Gael prometera. Ele contratou um investigador particular — um homem discreto chamado Roberto, ex-policial com contatos em Porto Alegre — que trabalhou rápido. Em menos de uma semana, Roberto enviou um relatório completo: Sofia tinha 25 anos, morava em um apartamento simples no bairro Bom Fim, trabalhava como atendente em uma cafeteria e estudava administração à noite em uma faculdade pública. Mãe falecida há dois anos de câncer, pai registr