O carro seguiu em silêncio por alguns minutos depois que deixaram o estacionamento. A cidade passava pelas janelas como um borrão organizado.
Sofia foi a primeira a quebrar o silêncio.
— Você está bem?
Vitória virou o rosto na direção dela e sorriu. Um sorriso pequeno, treinado.
— Estou. De verdade.
Sofia não insistiu. Continuou dirigindo, falando de coisas aleatórias — um comentário sobre o bar, uma reclamação vaga da faculdade, qualquer assunto que não exigisse profundidade. Vitória resp