A manhã nasceu mansa, como se o sol tivesse medo de entrar demais no quarto 312.
As cortinas estavam semiabertas, deixando faixas de luz atravessarem o ar empoeirado, riscando o chão branco com um dourado tímido.
O violão de Alec descansava no canto, as cordas ainda vibrando de lembranças da noite anterior.
E Anne, encolhida na poltrona ao lado da cama, observava o rosto dele, tentando decorar cada traço como quem grava uma oração no coração.
O bip da máquina marcava o compasso da respiração de