Os dias no hospital começaram a passar mais lentos.
As horas se misturavam entre remédios, visitas e um tipo estranho de silêncio que já não doía tanto.
Talvez fosse o hábito.
Ou talvez fosse a esperança aprendendo a respirar dentro de mim.
Alec estava melhor.
Não muito, mas o suficiente pra reclamar da comida, zombar dos enfermeiros e pedir pra abrir a janela.
E esse “suficiente” era tudo o que eu precisava.
Naquela manhã, quando entrei no quarto, encontrei um som novo.
Algo que nunca imaginei