Anne chegou em casa com o corpo cansado e o coração em desordem.
O hospital ainda estava nela — o som dos monitores, o cheiro do soro, a lembrança dos olhos âmbar que insistiam em sorrir, mesmo quando a dor era evidente.
Alec havia pedido que ela fosse descansar.
A mãe e Maikon fizeram coro com ele.
E, no fim, ela cedeu — não por vontade, mas por amor.
O táxi a deixou na calçada de casa pouco depois das nove da manhã.
O céu estava acinzentado, anunciando chuva, e um vento leve balançava as cort