A manhã chegou devagar.
Não havia pressa em lugar algum — nem mesmo o sol parecia ter coragem de invadir o quarto todo.
Uma faixa de luz atravessava a cortina, tocando o rosto de Alec como um gesto de cuidado.
Por um momento, fiquei ali, apenas observando. O peito dele subia e descia num ritmo irregular, mas tranquilo o bastante pra me enganar.
O violão descansava encostado na parede, e a lista ainda estava sobre a mesa, dobrada do mesmo jeito que deixei.
Tudo parecia igual.
Mas não estava.
Qua