O quarto cheira a frio e a remédio.
Mas há algo mais no ar — uma calma mentirosa, como se o tempo tivesse decidido andar devagar pra enganar a dor.
O som das máquinas é o único que respira por nós dois.
Cada bip parece um lembrete de que ele ainda está aqui.
Cada pausa me faz esquecer como se respira.
Alec está deitado, pálido demais, os fios de cabelo grudando na testa, o peito subindo com esforço.
Mesmo assim, quando o vejo, tudo dentro de mim se aquieta.
Ele é o centro da minha bagunça. Semp