A sirene cortava a madrugada como um grito de socorro preso entre o céu e o asfalto.
As luzes vermelhas da ambulância refletiam no vidro molhado, riscando o rosto de Anne com flashes de medo. Ela mal sentia o corpo — só o frio nas mãos e o som do coração tentando acompanhar o ritmo frenético das rodas na estrada.
Alec estava deitado na maca, pálido, respirando com dificuldade.
O ar saía em pequenos intervalos, como se cada fôlego fosse um pedido silencioso pra não ir embora ainda.
Anne o observ