Acordei com a cabeça zunindo e o coração ainda lembrando o ritmo da noite anterior.
O beijo.
A forma como o mundo ficou em silêncio por alguns segundos.
E, depois, o caos que voltou com o Maikon tossindo no corredor.
Passei metade da madrugada me perguntando o que aquilo significava.
A outra metade, tentando convencer a mim mesma de que não significava tanto assim.
Quando desci pra cozinha, a cena me recebeu com café, pão e ironia.
— Dormiu bem, amor? — perguntou mamãe, com um sorriso que já de