O ar da biblioteca parecia mais pesado do que de costume. O relógio antigo marcava os segundos em batidas secas, como se zombasse do silêncio entre eles. A quietude densa, sufocante.
Olívia estava em pé, braços cruzados, coração acelerado, mas o corpo rígido, como se fosse desmoronar se desse um passo a mais. Ainda sentia a pele arder onde os lábios dele tinham estado, mas não queria admitir. O peito doía pelo orgulho e pelo medo de dizer a coisa errada.
E Ian... Ian a olhava como se fosse uma