O silêncio na sala de armazenamento era agora carregado de um eco diferente. O som da respiração ofegante dos dois se acalmou, substituído por uma quietude densa, preenchida pelo calor dos corpos ainda entrelaçados e pelo cheiro do sexo no ar abafado.
Matheus estava recostado na parede, com Carla entre seus braços, o rosto dele enterrado na curva de seu ombro e pescoço. Seus lábios, agora macios, traçavam padrões aleatórios em sua pele, beijando cada centímetro que podiam alcançar. Um arrepio p