"Você me aceita de volta?"
A pergunta de Ian não era apenas um som. Era uma entidade viva que se instalou no espaço entre eles, pesada e pulsante, como um segundo coração batendo no centro da biblioteca. Ela girava na cabeça de Olívia, cada sílaba um eco que encontrava ressonância em feridas mal cicatrizadas e esperanças teimosas.
O mundo não apenas parou; ele desacelerou até que cada partícula de poeira dançando num raio de lua parecesse carregar o peso de seu futuro. O ar na biblioteca tornou