Quando o táxi parou diante dos portões ornamentados da mansão, Olívia sentiu um calafrio percorrer sua espinha. Nenhuma luz bruxuleava atrás das janelas imponentes, nenhum murmúrio noturno de empregados ou o eco distante de uma TV. Era um vazio opressivo, e ela, de repente, sentiu-se uma intrusa no próprio palco de seus pesadelos.
Seus saltos altos, que na boate soavam como declarações de presença, agora ecoavam baixo e culpados no vasto hall de entrada. Cada clic no mármore polido era um estam