A noite avançava silenciosa na mansão. O relógio da sala marcava quase meia-noite, e um peso invisível pairava no ar. Isabella, exausta de tantas lágrimas, havia finalmente adormecido nos braços de Sofia, que a consolara até que seu corpo cedesse ao cansaço.
Sofia, no entanto, não conseguia dormir. Sua mente fervia com tudo o que ouvira de Isabella. Aquela confissão, a dor, o medo e a humilhação que sua amiga carregava por conta de Dominic, queimavam dentro dela como brasas. Levantou-se com cui