O corredor branco do hospital parecia não ter fim. O som dos passos de Dominic ecoava como um peso invisível em sua mente, cada batida contra o chão lembrando-o da cruel realidade: Isabella estava deitada em um quarto, imóvel, respirando apenas graças às máquinas.
Era o primeiro dia de coma.
Dominic não conseguia acreditar que semanas antes estava tudo bem, ela sorria, discutia com ele sobre detalhes triviais da vida, como se o futuro estivesse seguro em suas mãos. Agora, o futuro parecia ter s