O bipe ritmado do monitor marcava a única música possível naquela madrugada. Dominic estava sentado à beira do leito, os dedos entrelaçados aos de Isabella com um cuidado quase religioso. A luz fria da UTI criava sombras azuis sobre a pele pálida dela. Havia um cheiro de antisséptico, metal e silêncio.
— Fica comigo, Bella — ele sussurrou, encostando a testa na mão gelada dela. — Eu estou aqui. Eu não vou a lugar nenhum.
A porta abriu devagar, revelando Donavan e, logo atrás, Sofia. O olhar del