Saulo Prado
A mulher ajoelhada no chão, cumprindo seu papel com devoção. A língua e a boca de Frantesca se moviam com um vigor intenso, arrancando de mim gemidos baixos. Segurei sua cabeça, guiando os movimentos, sussurrando palavrões contra sua pele quente, sentindo cada vibração da garganta apertada em torno do meu membro.
- Onde você quer que eu goze, hein? Na sua boca? - provoquei, ofegante.
Ela ergueu os olhos e negou com um gesto lento, descaradamente sincera.
- Não vou aguentar muito te