Saulo Prado
- Você não tem direito a nada sobre mim. - a voz dela saiu firme, mas o tremor nos olhos a entregava.
Sorri, lento, aproximando-me o suficiente para vê-la engolir em seco. Toquei seu queixo, obrigando-a a me encarar.
- Pois é aí que você se engana, anjo. - abri o fecho do seu sutiã preto, deixando-o cair como se nada fosse. - Eu tenho todos os direitos sobre você.
Puxei-a pelo quadril contra mim, fazendo sentir a dureza do meu pau pressionado na sua pele. O olhar dela vacilou.
- E a