Saulo Prado
Enviei rosas para Angelina. Eu me sentia disposto a lutar por ela, por nós Não importavam os filhos, nem o passado, embora eu soubesse o peso que isso carregava. Esperava ao menos uma resposta, um agradecimento... mas a noite caiu e nada dela.
Cheguei em casa e, antes de entrar, olhei para a casa verde e branca à frente, vendo o carro prata estacionado na porta. Estranho. Ela planejava sair? Depois de um expediente inteiro? A dúvida me incomodou, mas decidi não pensar demais.
Entrei