Ir até a mansão

Angelina Da Costa

Saulo levantou da cama, me deixando vermelha de ponta a ponta, ofegante. Meus dentes ainda marcavam o seu ombro, minhas pernas tremiam, meu corpo queimava, os lábios inchados e não era só tesão, era raiva, desejo e aquela mordida carregada de frustração.

- Agora eu vou trabalhar, e quando voltar, quero ouvir que você comeu. Mandarei a farmácia entregar os remédios. - Disse, entrando no banheiro.

Ele burlava tudo, minhas férias que começariam em três dias, o fato de a novata não saber redigir nem um e-mail formal para o fórum, meus enjoos matinais. E eu? Meu corpo ainda fervia, os sentidos confusos, tentando se recuperar de tudo que havíamos feito.

Fui me acalmando, tirando a saia amassada, ainda marcada pelos nossos fluidos, abrindo a blusa o suficiente para retirar os braços dele, e entrei no chuveiro. O aroma delicioso do sabonete se espalhou pelo banheiro, me dominando. Ao empurrá-lo levemente com o traseiro, percebi que ele me observava, olhos brilhando.

- Hum...
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