Angelina Da Costa
Saulo levantou da cama, me deixando vermelha de ponta a ponta, ofegante. Meus dentes ainda marcavam o seu ombro, minhas pernas tremiam, meu corpo queimava, os lábios inchados e não era só tesão, era raiva, desejo e aquela mordida carregada de frustração.
- Agora eu vou trabalhar, e quando voltar, quero ouvir que você comeu. Mandarei a farmácia entregar os remédios. - Disse, entrando no banheiro.
Ele burlava tudo, minhas férias que começariam em três dias, o fato de a novata nã