Saulo Prado
A noite avançava e a escuridão tomava conta das ruas enquanto eu chegava ao hotel, em busca de um lugar para descansar. A recepção estava tranquila, com a jovem recepcionista loira me observando atentamente. O som do meu celular vibrando me interrompeu, ao olhar para a tela, vi o nome do meu pai. Ele já havia me ligado três vezes, mas eu não estava com disposição para conversar de verdade. Respirei fundo e atendi.
Ao pensar que ele ainda esperava uma resposta.
— Oi, Fernando. — Fale