Narrado por Isabella
A casa estava mergulhada em silêncio. O tipo de silêncio que não conforta. Que pesa. Que grita.
Desde que voltamos do galpão, desde que eu atirei em Marcos com as minhas próprias mãos, tudo dentro de mim parecia quieto. Mas não era paz. Era outro nome pra guerra.
Eu o matei.
E não me arrependo.
Mas não dá pra fingir que não mudou algo aqui dentro.
Ares tem tentado não me deixar sozinha. Me observa em silêncio, toca meu rosto com cuidado, prepara meu chá favorito como