O sol começava a se pôr no horizonte quando os portões do Refúgio dos Híbridos foram abertos para receber aqueles que todos aguardavam ansiosamente. O cheiro de ervas queimadas misturava-se ao aroma de carne assada que vinha das fogueiras já acesas no pátio principal. Era noite de celebração, e o Refúgio estava em festa. Bandeiras e símbolos das diversas linhagens tremulavam ao vento, lembrando que aquele não era apenas um lar, mas o coração pulsante do mundo sobrenatural que resistira à guerra