A porta da suíte master se fechou com um clique definitivo, um som que ecoou como o bater de uma cela de prisão. O quarto, mergulhado em uma penumbra luxuosa, parecia ter diminuído de tamanho. Gustavo continuava a se desfazer das camadas de sua armadura de CEO: a gravata de seda preta foi jogada sobre a poltrona, seguida pelas abotoaduras de prata que brilharam sob a luz do luar que atravessava a imensa parede de vidro.
Eu permanecia imóvel junto à porta, meus pulmões lutando para encontrar oxi