CAPÍTULO 165.
As férias terminaram. Eu e Carlos voltamos para a Rússia.
A escola começou. A rotina voltou. Eliyahu... não.
Ele não voltou.
Desde que pus os pés na Rússia novamente, posso contar nos dedos de uma mão as vezes que o vi.
E nenhuma delas foi especial. Nenhuma delas teve calor.
Ele fala comigo como se eu fosse um contrato assinado, uma obrigação administrativa.
E me vigia como se eu fosse um bem caro que ele guarda para que ninguém mais toque.
Ele prefere mil vezes me ver sozinha do que me ver lon