CAPÍTULO 161.
Os meses que se seguiram à guerra passaram como vultos diante dos meus olhos. Vultos barulhentos, frios, mas intocáveis. A segurança ao meu redor era como grades invisíveis — a Bratva decidia onde eu podia ir, com quem podia falar, o que podia vestir. Depois de algum tempo, tudo afrouxou. E então, comecei a respirar outra vez.
Mas Eliyahu...
Ele sumiu.
Se antes ele desaparecia por dias, agora somia por meses. Me ligava uma vez por semana — uma vez — só para confirmar se eu estava “na linha”. Co