O trajeto até o estúdio foi uma sinfonia de metal e pânico. Julian dirigia o velho Ford com uma agressividade que eu nunca vira, os nós de seus dedos brancos como o gelo que ainda teimava em não derreter nas calçadas. Pelo retrovisor, a van preta era uma sombra persistente, um lembrete de que o mundo de Marcus Thorne não tinha paredes, mas tentáculos que chegavam a qualquer lugar.
Ele está lutando contra dois inimigos, pensei, observando o perfil tenso de Julian. Um está naquela van, o outr