A noite ainda parecia acesa quando Allegra deixou a galeria, envolta num casaco leve e nas palavras que ainda ecoavam como aplausos dentro dela.
Lucca caminhava ao seu lado com o violino nas costas, e Sophia seguia à frente, completamente embriagada — de emoção e de duas taças a mais de espumante.
— Eu exijo tapas — disse Sophia, com os braços erguidos. — E música espanhola. E uma sobremesa que pareça uma explosão emocional.
— A sobremesa é você — respondeu Allegra, rindo.
— Eu sei, eu sou uma