Barcelona estava vestida de festa.
Não com bandeiras ou fogos — mas com uma elegância silenciosa, como quem sabe reconhecer o nascimento de algo importante.
A Galeria D’Introspecta estava cheia antes mesmo das portas se abrirem oficialmente. Lá fora, um burburinho contido: vozes de várias línguas, flashes contidos, olhares curiosos.
Dentro da sala reservada para Allegra, a luz era suave, como sempre sonhou: não era para impressionar — era para acolher.
As quatro obras centrais estavam posiciona