O sol apareceu tímido pela janela do quarto, filtrado por cortinas floridas que dançavam ao menor sopro de vento. Era o segundo dia no vilarejo, e o tempo parecia desacelerar como se tivesse se rendido à nossa presença.
Acordei com o cheiro de café. E pão torrado.
Levantei devagar, os pés descalços no chão de madeira, e segui o aroma até a cozinha.
Lucca estava de costas, de avental (emprestado da casa, com estampas de limões sicilianos) e uma colher de pau na mão.
— Bom dia — murmurei, apoiada