Lucia encarava a jovem à sua frente como se fosse um fantasma.
Não porque não acreditasse.
Mas porque era como olhar num espelho… com rachaduras.
— Você está mentindo — sussurrou, mas sua voz não tinha convicção.
A jovem, com olhos tão escuros quanto os dela, deu um passo à frente.
— Não.
Você é metade da verdade, Lucia.
Eu sou a outra.
Meu nome é Amara.
Serena se colocou entre elas num reflexo protetor.
— Cesare… isso é um truque.
Cesare levantou a taça.
— Isso é a continuação da linhagem.
Ach