Capítulo 50: Gato e rato

O silêncio que se seguiu ao nome que eu disse foi mais delicioso do que qualquer dos vinhos finos que Elysa guardava na adega. Eu observei, disfarçadamente, enquanto o choque percorria a mesa. Silas com a garfo suspenso no ar. Nael, sério, anotando o nome como se fosse uma pista de um crime. A pequena Juniper, com os olhos arregalados. E então, claro, Elysa.

Ah, Elysa.

Seu rosto pálido, seus olhos violeta arregalados como duas luas cheias prestes a serem engolida
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