Mundo de ficçãoIniciar sessãoO mundo reduziu-se à lâmina fria contra a pele do meu pai e ao som da minha própria respiração, ofegante e contida. A raiva era um fogo gelado nas minhas veias, alimentado por anos de submissão forçada e pelo instinto primordial de proteger o que era meu. Leo estava ferido. Leo era minha presa. Minha.
E então, ele riu. Não foi uma risada de escárnio ou de raiva. Foi uma risada profunda, genuína, que surgiu de dentro do peito dele e vibrou contra as minhas costa






