O barulho no corredor os fez se sobressaltar. Ambos voltaram o rosto e encontraram Clarice parada, com uma bandeja nas mãos. O choque no rosto dela era evidente, as bochechas levemente coradas, como se tivesse acabado de invadir uma intimidade proibida. Uma das taças escorregara e quebrara no chão, espalhando cacos e vinho no tapete.
— Isa… — a voz da governanta saiu trêmula. — Eu… peço desculpas, não ouvi nada.
Isadora estreitou os olhos, recobrando o controle de si mesma com a rapidez de semp