Elijah acordou antes do despertador.
Não porque tivesse dormido bem — mas porque o sono nunca chegava completamente desde a noite em que ela desapareceu.
Ele passou a mão pelo rosto, respirou fundo e ficou parado por alguns segundos encarando o teto. Era como se cada manhã fosse uma repetição do mesmo vazio, da mesma pergunta sem resposta.
Onde ela estava?
E por quê não voltava?
A ausência dela era um fantasma constante. A memória de seu perfume ainda permanecia impregnada nos lençóis — doce, q