Capítulo 247
Ruth
Chegamos em casa quando a tarde já começava a cair no quintal, desenhando faixas de luz pela sala. Havia pólvora ainda presa nas roupas, mas em Albert havia outra coisa — um brilho que não era só de vitória: era de alívio. Ele tirou o casaco, pendurou no encosto da cadeira e, sem anúncio, foi direto para a cozinha como quem reencontra um lugar antigo do corpo.
— Você está sorrindo. — observei, encostando no batente.
— Estou com fome. — ele disse, abrindo a gelad