Bruna passava os dedos preguiçosamente pelo bordo da xícara de chá, enquanto a tela do notebook exibia, mais uma vez, aquela imagem: uma casa simples, de madeira clara, com grandes janelas abertas para o mar, a varanda protegida por uma pérgola trançada de cipós e buganvílias floridas. Era como se a natureza tivesse se enroscado na arquitetura, num abraço orgânico e definitivo.
O coração de Bruna batia mais rápido só de imaginar-se ali, caminhando descalça pelas tábuas envelheci