O vento que soprava da varanda invadia o quarto com suavidade, balançando as cortinas claras como véus etéreos que pareciam proteger aquele pequeno templo que Bruna e Jae-Hyun construíam noite após noite, gesto após gesto, respiração após respiração.
Ela estava deitada de lado, com as pernas entrelaçadas nas dele, o rosto aninhado contra o peito quente, ouvindo o coração dele bater em um compasso que agora conhecia tão bem, como uma melodia que se aprende sem pe