O céu amanhecia cinzento.
Cinzas do templo ainda flutuavam no ar quando Rurik atravessou a floresta com Selena nos braços.
A mata os reconhecia como intrusos agora — ou como algo novo e profano.
A magia do ritual deixara um rastro invisível.
Cada passo dele era seguido por sussurros entre as árvores.
Cada respiração dela fazia a marca vibrar.
Mas ela não reclamava.
Não lutava.
Estava mole, vencida por dentro.
E mesmo assim, tão perigosamente viva que ele mal conseguia pensar em outra coisa além