Acordei com os braços de Alex ao meu redor, firmes e possessivos, como se ele soubesse exatamente o momento em que eu pensaria em me mover. Sua respiração batia tranquila contra a curva do meu pescoço, quente e constante. Era quase impossível sair dali… quase.
Me mexi devagar, tentando não acordá-lo. Só precisava ir ao banheiro, nada demais. Mas antes que eu conseguisse sequer tirar as cobertas de cima de nós, seu braço me apertou pela cintura.
— Onde pensa que vai, minha lobinha? — ele murmuro