O céu já escurecia quando me afastei da casa. Caminhei em silêncio até o limite da clareira, onde a floresta começava a se tornar mais densa. O ar estava fresco, e o som dos galhos balançando nas árvores era a única coisa que me fazia companhia. Sabia que Gabriele me esperava ali, como tinha prometido. Ela sempre dizia que conversar embaixo das estrelas fazia a magia dela fluir melhor.
— Achei que fosse me deixar esperando a noite inteira — disse ela quando me aproximei.
Estava sentada sobre um