A clareira silenciosa parecia suspensa no tempo.
Aurora, com a respiração pausada, permanecia em pé diante do altar de pedra onde a Lua havia selado sua linhagem. A cicatriz em sua têmpora, deixada pelo golpe de Agnes, agora reluzia em prata. Seu lobo interior pulsava com fúria contida e sabedoria ancestral. Ela havia sido renascida, não apenas como a Luna, mas como algo mais — como a verdadeira voz da Deusa.
As árvores ao redor tremiam com o vento da noite, e a alcateia reunida formava um círc