A nova cabana estava quase pronta. Erguida com troncos firmes e reforçada com pedras, ficava próxima ao rio, de onde se ouvia o som da água correndo noite e dia. Aurora escolheu cada canto. O teto, o chão, o ponto da fogueira interna. Tudo. Era o primeiro espaço dela. Só dela.
Kai ajudava do jeito que podia. Pegava pedaços de madeira, trazia cordas e fazia perguntas sem parar. Aurora sorria para ele como nunca tinha sorrido em tempos de guerra.
— A gente vai morar