Entre o Grito e o SilĂȘncio
A entrada da caverna era um tĂșnel de nĂ©voa e luz.
O cheiro de sangue e magia queimava minhas narinas.
Mas eu nĂŁo hesitei.
Eu vi Marco.
No chĂŁo, arfando. Os olhos de Kael me procurando como se eu fosse a Ășltima centelha de um mundo em ruĂnas.
E atrĂĄs dele, Tenebris.
Sangrando, mas ainda inteiro.
O lobo corrompido, olhos em brasas, corpo marcado por uma força que nĂŁo era sĂł fĂsica â era maldição pura.
Rafael parou ao meu lado. Zahor rugia dentro dele.
â Estamos dentro d