Entre o Alfa e o Supremo
Acordei com a pele Ășmida de suor e a marca no peito ardendo em silĂȘncio.
NĂŁo era dor.
Era chamado.
Kael rugia Ă distĂąncia.
Selyra andava em cĂrculos dentro de mim.
E no fundo, eu sabia: Marco estava vivo.
Mas nĂŁo por muito tempo.
Levantei devagar. A mansĂŁo estava silenciosa. O quarto em que Rafael me havia deixado era amplo, envolto em cortinas de veludo vinho, mĂłveis escuros e espelhos antigos que pareciam conter sussurros do passado.
Fui até a janela. A floresta estav