O Primeiro Pecado de Marco
Ainda sentia os dedos dele marcando minha pele.
A boca de Marco ainda estava em mim, mesmo com o corpo longe.
Mas agora, entre nĂłs, havia mais do que desejo.
Havia silĂȘncio.
E dentro dele, a verdade ameaçava sangrar.
Ele me olhava como se quisesse dizer algo, mas a garganta nĂŁo obedecia.
â VocĂȘ tem que falar â sussurrei.
Marco se afastou lentamente. A escuridĂŁo da floresta o envolvia como uma sombra viva. A cada passo para trĂĄs, ele parecia se esconder mais de